Escrevo o que escrevo,
tal como ouço ou vejo.
Meu talento é pequeno,
somente de somenos.
Escrevo o que vivo,
o cunho primitivo.
O jorro vem da veia,
sem cálculos no meio.
É o que me dá na telha,
quando acordo abrupto
num sonho interrupto.
Nunca será tudo,
mas é o que penso
no agora suspenso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário