Eu piso com força
no chão que me deram.
Piso com meus cascos
em qualquer quimera.
Meu negócio é chão.
O sim ou o não.
Não ambiguidades
nem viés de saudades.
Meus pés são incultos.
Meus sonhos são vultos.
O solo me alumbra.
Sou caipira, sou bruto.
Mantenho a baliza,
pé firme na trilha.
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